terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Eternamente

"...E a tua voz ouço-a agora, vinda de longe, como o som do mar imaginado dentro de um búzio. Vejo-te através da espuma quebrada na areia das praias, num mar de Setembro, com cheiro a algas e a iodo. E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todo os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre..."

Miguel Sousa Tavares - Não te deixarei morrer, David Crockett

Vou passar

... a usar o meu blogue para "postar" textos que li e dos quais gostei muito. Fica um lindo já de seguida.