... Ora esta estória começou assim...
Eram uma vez 3 almas perdidas em Catanhede, que "sem saber ler nem escrever" foram parar a uma pensão (escolhida por uma das benditas almas). Essa pensão tinha um pequeno restaurante por (de)baixo, que a acompanhava na estranheza de situações peculiares :)
Neste belo restaraunte, todo ele com salas adornadas "à época" parecia um museu... As mesas decoradas, bem como as paredes, pareciam paradas no tempo, como se nunca tivessem sido tocadas pelo Homem.
Ao entrar nestas salas (eram várias) as 3 almas perceberam que estavam num mundo perdido a que não poderiam ter acesso, mas prosseguiram e avançaram mais fundo até chegarem à cozinha. Perceberam que tinha chegado ao fim deste "mundo" e voltaram para trás. Afinal, existia um corredor junto à entrada que dava acesso à "sala dos mortais". Esta sala, também ela muito adornada com peças tradicionais locais, tinha um ar vivo e de quem era usada pelos vivos. Aí se sentaram as 3 almas, numa mesa junto a uma parede. Sobre esta mesa havia um candeeiro que com a sua luz ténue iluminava metade da mesa para 4.
A determinada altura a luz apagou-se, esta luz que já de si era tão fraca que quase podia não existir. Este facto foi comunicado à Sra. Dona do Restaurante que informou gesticulando de forma larga e exagerada que "é mesmo assim, uma luz sim, uma não. Só as acendemos de forma alternada". Aiiii pensou a 3ª alma, mas que raio... E disse "desculpe, mas a luz ainda agora estava acesa. Precisamos de luz para comer, pode acendê-la por favor?". Ao que a Senhora Dona do Restaurante virou as costas e desapareceu.
Ao olhar novamente para a Senhora Dona do Restaurante, a 3ª alma observou um súbito tocar num interruptor que resultou num ligar e desligar súbito da referida luz. "Apre" disse a 3ª alma... "vou ter de ir lá"... Mas quando se levantou e chegou junto da Senhora Dona do Restaurante só teve tempo de ouvir um senhor que estava na mesa atrás dizer "Oh minha senhora, isto não pode ser, ou acende ou apaga a luz, agora este acender e apagar é que não pode ser".
Só foi possível ver um ligeiríssimo esgar de felicidade na cara da 3ª alma, que a partir dessa altura se dirigiu para o quarto de banho (para disfarçar)
CONTINUA
terça-feira, 24 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Cantanhede
Já estiveram em Cantanhede? Estive lá há cerca de 2 semanas num Festival de Jazz Dixieland (http://www.cantanhedeonline.pt/dixieland). Não conhecia este tipo de Jazz pelo nome, mas é muito interessante e musical. Segundo o que li e ouvi pode descrever-se como sendo o Jazz tocado em New Orleans nos anos 20! :)
Muito muito animado e contagiante, é impossível ficar parado ao ouvi-lo. Aconselho vivamente uma visita ao evento no anos que se seguirão. Eu adorei.
Muito muito animado e contagiante, é impossível ficar parado ao ouvi-lo. Aconselho vivamente uma visita ao evento no anos que se seguirão. Eu adorei.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
A minha mota é uma máquina...
... e não é que em tempos de crise está a gastar 3.8 litros/100 km :) Ehehehe nada como a minha condução suave :) Querem uma mota, falem comigo que eu aconselho-vos a comprarem uma. Acho que foi a melhor compra que fiz... hum... é capaz de estar em equilíbrio com a escolha da casa :D
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Elevador
A utilização "quase obrigatória" do elevador é algo de novo para mim. A princípio via-o como uma tormenta a que não podia escapar, e ainda vejo quando está encravado num andar que não o meu, mas agora acho que posso vê-lo como um amigo. São aqueles (ainda não contei, mas parecem 15 minutos) segundos em que ele desce e sobe que aproveito para pensar "ah, foi bom o dia" ou "grumpf apetecia-me ficar em casa hoje". Nas descidas, por vezes ainda vou a fechar o casaco ou a proteger o pescoço para o frio que me espera na mota, outras vou a por os brincos, ou apenas a pensar no que vai ser o meu dia.
Ao falar nisso constato que as descidas são bem mais profícuas que as subidas. Acho que quando vou a subir já vou mortinha por chegar a casa e descalçar-me ou sentar-me no sofá a olhar pela janela...
Hoje não tenho mais para Vos dizer, para além de que cheguei aos 30 e entrei nesta fase da minha vida sem voz. Será uma mensagem divina a dizer-me para falar menos?! :D
Ao falar nisso constato que as descidas são bem mais profícuas que as subidas. Acho que quando vou a subir já vou mortinha por chegar a casa e descalçar-me ou sentar-me no sofá a olhar pela janela...
Hoje não tenho mais para Vos dizer, para além de que cheguei aos 30 e entrei nesta fase da minha vida sem voz. Será uma mensagem divina a dizer-me para falar menos?! :D
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